D3 – um hormônio confundido com vitamina – PARTE 1 – História e importância

Em um dos textos aqui desta plataforma eu falo sobre a natureza do conhecimento especializado. Uma de suas características principais reside no fato dele ser efêmero por um lado e dinâmico por outro. Porque é um tipo conhecimento que está em constante atualização. É natural isso – quanto mais a ciência avança, mais ela esclarece o que antes eram suposições, hipóteses ou mesmo teorias, e corrige o que era impreciso. Suas atualizações chegam mesmo a reparar antigas especulações e ideias seculares. Por mais que esse tipo de conhecimento se torne público, é bom entender que esta publicidade não o transforma em verdade absoluta. A vitamina D é um bom exemplo disso. Há pelo menos 150 anos de tentativas de entendê-la corretamente e conceituá-la definitivamente. Hoje, o que sabemos é bastante próximo à verdade, contudo, uma série de ideias especulativas ainda cercam o tema, e fazem da vitamina D uma espécie de ‘Dr. Jekyll e Mr. Hyde’ da medicina. Conhece essa história? Em português – ‘O médico e o monstro’ – Henry Jekyll era um homem bom, cientista, marcado por uma personalidade dividida – tinha seu lado obscuro que se revelava na persona de Mr. Edward Hyde, um sujeito cruel, violento e sem remorsos. Assim é a vitamina D para alguns médicos – o elixir da saúde -, mas, para outros, um exagero perigoso, uma glorificação comercial da bilionária indústria de vitaminas e suplementos. Para esse entendimento, vamos fazer uma jornada – começar na história e avançar para eventos recentes. Você vai gostar. Além de muito instrutivo, é algo que você dificilmente vai esquecer, que é a minha ideia aqui. A gente costuma lembrar melhor das boas histórias.
A vitamina D está muito ligada ao raquitismo, uma doença que se caracteriza pela mineralização insuficiente de ossos e cartilagens. Ela acontece durante a fase de crescimento do indivíduo, principalmente pela deficiência de vitamina D, mas pode também estar associada a uma mutação genética.
Vamos focar aqui na forma historicamente mais comum do raquitismo e em como a vitamina D foi descoberta, pois o que aconteceu foi uma espécie de ‘esclarecimento em paralelo’. Essa doença, o raquitismo, foi descrita pela primeira vez por um médico grego chamado Soranus, em 100 a.C. E a história da vitamina D começou há mais de 100 anos. E o que é uma vitamina? Em 1911, um bioquímico norte-americano chamado Kazimierz Funk criou o termo “vita amines” para designar as substâncias essenciais cuja deficiência na dieta seria a causa de doenças específicas. A expressão vitaminas pretendia significar “vital aminas”, do latim vita – vida -, mais o termo químico aminas – que são compostos orgânicos com nitrogênio, derivados do amoníaco. Em 1920, Jack Drummond, um bioquímico inglês que estudava nutrição, propôs uma mudança de nomenclatura, porque esse sufixo “aminas” não se aplicava às características de todos os micronutrientes que foram identificados. Então, cada uma das substâncias essenciais que tivesse sido isolada e caracterizada até aquela data, ou mesmo no futuro, seria denominada por uma letra do alfabeto latino, por ordem de sequência.
Por conceito, o que são as vitaminas? São substâncias orgânicas que nosso organismo necessita, em pequenas quantidades, que são indispensáveis ao bom funcionamento, mas que o corpo não produz. Isso é importante frisar. Elas precisam necessariamente ser ingeridas e absorvidas. Estão na classe dos micronutrientes. Pois bem.

Durante a Revolução Industrial, as crianças ficavam confinadas em ambientes insalubres, longe da luz solar

Na história, o raquitismo foi descritivo várias vezes, em locais distintos, por estudiosos diversos, mas foi em uma aparente coincidência, nos finais do século 18 e início do século 19, durante o desenvolvimento da Revolução Industrial, que um surto de raquitismo na população infantil das principais cidades da Inglaterra e em outros países da Europa e Estados Unidos, chamou a atenção. Naquela época, prevalecia o conceito de que o raquitismo teria origem em ambientes degradados e com baixa exposição solar. O clínico francês Armand Trousseau teria sido o primeiro a dizer, em 1861, que o raquitismo em crianças resultava da falta de exposição do corpo ao sol e de deficiências alimentares. Ele foi talvez influenciado pelos resultados que a medicina alemã, de forma geral, vinha divulgando sobre a utilidade do óleo de fígado de bacalhau no tratamento do raquitismo. Trousseau, então, propôs que o raquitismo poderia ser curado com a ingestão de óleo de fígado de bacalhau, ou qualquer outro óleo de peixe, somada à exposição do corpo ao sol.
Mas, por que exposição ao sol? A “fatura já não havia sido liquidada” com a administração do óleo de peixe? Intuitivamente, foi percebida uma correlação entre a falta de sol e o raquitismo, porque as crianças, durante a revolução industrial, ficavam trancadas em casa enquanto seus pais iam trabalhar nas oficinas, ou mesmo quando elas já estavam em idade de produzir com sua mão de obra, ficavam enclausuradas durante todo o tempo nas mesmas oficinas onde trabalhavam seus pais. É bom lembrar também que esses países de hemisfério temperado, quanto mais ao norte ou mais ao sul, menor a incidência e potência dos raios solares.
Nessa linha, em 1895, o pediatra austríaco Max Kassowitz evidenciou que a incidência do raquitismo variava com as estações do ano – maior nos meses de inverno e menor nos meses de verão e outono. Apesar dessas considerações, também se acreditava que o raquitismo fosse uma doença congênita, portanto, algo que era passado dos pais à criança.
Em poucas décadas, também paralelamente, a ciência avançou muito no conhecimento da luz e seus espectros luminosos. Em 1920 estava definida e esclarecida a existência e as propriedades da radiação ultravioleta da luz solar, uma frequência não visível, com alguma aplicação terapêutica. Tanto que eram muito bem aceitas a helioterapia – o tratamento de certas moléstias que utiliza a luz solar sobre a pele – e a fototerapia – um outro método terapêutico baseado em banhos de luz, que utiliza os raios infravermelhos e ultravioleta artificiais. Em 1928, um estudioso chamado Laurens postulou que “o efeito da radiação ultravioleta no organismo não se exercia diretamente nos seus órgãos, antes, resultava da formação na pele de uma substância fotoquímica que era rapidamente transportada pela corrente sanguínea aos restantes setores do organismo.” Ele acertou quase em cheio! Foi nesse período, mais ou menos, que o pediatra alemão Kurt Huldschinsky revelou que crianças com raquitismo melhoravam depois de expostas à luz solar e também à iluminação artificial que reproduzia a luz ultravioleta. Estes tratamentos constantes recuperavam a mineralização dos ossos e fortalecia os doentes. Mas a ciência estava longe ainda de entrar em concordância. Terapias com radiação ultravioleta tinham um efeito colateral – o câncer de pele. E também, uma série de estudos em laboratório ainda identificou dois outros fatores como fundamentais na cura do raquitismo – a vitamina A, que já era bem conhecida dos bioquímicos, e o cálcio. Não vale a pena aqui discorrer sobre essas mudanças todas, sobre as idas e vindas, só o fato de que isso permaneceu no meio científico criando algumas incertezas. Ainda na década de 1920, bioquímicos e pediatras estavam dispostos a matar essa charada. Um cara chamado McCollum testou o óleo de fígado de bacalhau INIBINDO a vitamina A, que se supunha ser o principal fator contra o raquitismo. Ainda assim, este óleo de fígado de bacalhau alterado, na dieta, induzia a sinais de recuperação e regeneração óssea. Portanto, McCollum concluiu que ainda havia uma OUTRA substância presente no óleo de bacalhau que promovia a deposição do cálcio nos ossos. Seria uma outra substância lipofílica, ainda por ser descoberta. E isso aconteceu logo em seguida – a substância foi batizada de vitamina D, por ter sido a quarta vitamina catalogada. Essa identificação química foi possível por conta de uma colaboração internacional entre laboratórios europeus e um americano, em 1927. Finalmente, em 1931, cientistas isolaram, purificaram e identificaram a estrutura do ‘ergosterol irradiado’, depois denominado vitamina D2 ou calciferol. A suplementação dietética com o ergosterol irradiado, e sua versão comercial Viosterol, na adição de alguns alimentos como cereais e pão, era fácil, econômica e, dessa forma, tornou-se prática corrente, o que teria contribuído para alguma redução no raquitismo infantil na época.
Em 1932, nos Estados Unidos, o leite começou a ser fortificado com Viosterol, após uma campanha de prevenção ao raquitismo. Esse esforço equivaleu à campanha de qualquer produto farmacêutico, de tão robusta. Entretanto, foram verificadas algumas diferenças incômodas nos resultados obtidos com o Viosterol quando comparados aos resultados obtidos com os óleos de peixe. Tinha alguma coisa errada. Óleos de peixe somados à irradiação corporal direta por luz ultravioleta eram muuuito mais eficazes do que o tal Viosterol. Rudolf Schoenheimer, um proeminente bioquímico, avaliou o seguinte: “o ergosterol irradiado” era um produto vegetal, e tinha baixa absorção pelo organismo humano. No geral, esteróis de origem vegetal têm mesmo baixa absorção. Por outro lado, o óleo de fígado de bacalhau era preferido por muitos clínicos e pediatras por conter também concentrações elevadas de vitamina A. De alguma forma, a vitamina A ainda era muito importante no processo de cura. Vou dedicar um outro texto a esse ponto em especial, vale a pena.
Deixe-me fazer um aparte aqui: desde a década de 1930 se sabe que a vitamina D2 traz resultados clínicos ordinários, medianos, exatamente por conta da difícil absorção dessa substância vegetal pelo nosso organismo. Você sabia que, até hoje, quando se lê em uma embalagem “enriquecido com vitamina D”, é da vitamina D2 que estamos falando? Claro, por motivos econômicos! A vitamina D2 é muito mais barata para se produzir que a vitamina D3, além de manter sua estabilidade naquelas adições. Pois bem.
Em 1935 uma questão foi resolvida: a síntese do 7-desidrocolesterol foi concretizada, ele foi isolado na pele de humanos, bois e ratos, e, depois de irradiado, exibiu efeitos anti-raquitismo. Isso pôs um fim às dúvidas sobre os benefícios terapêuticos da luz ultravioleta. O produto resultante do 7-desidrocolesterol recebeu a designação de vitamina D3 (ou colecalciferol), isso em 1936. Na mesma data, foi esclarecido que o constituinte do óleo de fígado de peixes que lhe confere propriedades antirraquíticas é estruturalmente idêntico ao nosso pró-hormônio D3.
No fim da década de 1940, Bartos Velluz e Gaston Amiard propuseram que a vitamina D seria formada na epiderme, em nossa pele, por fotólise do 7-desidrocolesterol, e isso resultaria na chamada provitamina D, com subsequente isomerização em vitamina D3. O processo mais complexo, o mecanismo de formação da então vitamina D3 a partir da irradiação do 7-desidrocolesterol existente na pele seria descrito corretamente só três décadas mais tarde. No ano em que eu nasci, 1966, Judith Lund e Hector DeLuca esclareceram definitivamente a situação: demonstraram pela primeira vez, que a vitamina D3 é uma pró-hormônio inativo, e absolutamente diferente e desprovido das características que são comuns às vitaminas. Ou seja, o colecalciferol, a D3, não é vitamina. É, no máximo, um pró-hormônio. Mas, por que ainda é chamado de vitamina? Por convenção, por conta de uma longa publicidade e equívocos que duraram décadas e também porque é uma substância encontrada em suplementos alimentares, o que justifica, entre aspas, o título de vitamina.
Esclarecido isso, vamos seguir adiante. Ainda temos muito trabalho, muitas descobertas por aqui. E para facilitar as coisas, eu me rendo, vou continuar chamando o colecalciferol de vitamina D3, ok?
Durante quase todo o século 20, falta de orientação adequada para suplementação terapêutica ou educação pública adequada, provavelmente, contribuíram para umas complicações no outro espectro de anormalidades no metabolismo da vitamina D. Ou seja, sua toxicidade, a chamada hipervitaminose D.
Por um lado positivo, a suplementação de produtos alimentares com vitamina D foi fundamental para a erradicação do raquitismo no início do século XX nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. Nesses quase 100 anos, um acúmulo bastante heterogêneo de evidências ligou a deficiência de vitamina D a uma variedade de problemas de saúde, e isso levantou um grande interesse público. Os suplementos que contêm vitamina D estão agora amplamente disponíveis tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento, e muitos estão na forma de formulações não regulamentadas, vendidas ao público com poucas orientações para uma administração segura. Juntos, isso contribuiu para uma transição na qual um aumento global expressivo nos casos de toxicidade da vitamina D tem sido relatado. Médicos reclamam agora que enfrentam o desafio de tratar essa condição de hiper vitaminose D que pode apresentar um espectro de complicações agudas, até com risco de vida. É a classe médica assumindo um papel de alerta. Vamos ver isso mais de perto. Preste atenção aqui.
Análises feitas por todo o mundo durante décadas mostrou uma alta constante dos níveis séricos de vitamina D em vários países – Irlanda, Noruega, Canadá, Inglaterra, Austrália e Estados Unidos. Abrindo um parêntesis – nível sérico é um termo usado por profissionais de saúde para se referir a quantidade de uma determinada substância no sangue. Bem, só nos Estados Unidos, a média de casos de toxicidade por hiper vitaminose D saltou de 196 por ano para mais de 4.300, mais de 20 vezes em um curto espaço de tempo, de 1 década, de 2000 a 2011. Isso lhe parece considerável? Numericamente, sim, eu concordo. A toxicidade da vitamina D é geralmente iatrogênica, quer dizer, acontece por erro médico, ou devido a uma overdose acidental. Suplementos contendo vitamina D hoje são facilmente obtidos em farmácias, mercados e outras lojas de varejo. Alguns desses suplementos existem como formulações não regulamentadas ou não licenciadas. Esses fatores, juntamente com a falta de educação pública para a dosagens seguras, provavelmente contribuíram para aumentar esses casos relatados de toxicidade da vitamina D. O envenenamento não intencional por vitamina D também foi associado à super fortificação de produtos de consumo, como leite e até óleo de cozinha.
Um relato de hipervitaminose D que ocorreu nos Estados Unidos, em oito pacientes, descobriu-se que a fonte foi um erro em um laticínio, onde foi feita uma fortificação excessiva de vitamina D no leite da ordem de 232.000 UI por litro, em vez do padrão de 400 UI por litro. Um outro caso relatado naquele país, fala de um idoso, 72 anos, hospitalizado por estado mental alterado, taquicardia e insuficiência respiratória aguda. Passou sete dias internado na UTI, onde foi submetido a uma hemodiálise intermitente. Quando melhorou seu estado mental, relatou estar consumindo diariamente, há vários meses, 50.000 UI de colecalciferol, a D3, mais 500 mg de cálcio e 400 UI de ergocalciferol, a vitamina D2. Em outra região do planeta, na Caxemira, na Índia, pacientes idosos receberam formas orais ou injetáveis de várias vitaminas para doenças diversas. De acordo com um relatório, 62 pacientes foram intoxicados com vitamina D por negligência – eles receberam múltiplas injeções de vitamina D com doses de 600.000 UI por injeção! Esses idosos apresentaram hipercalcemia e lesão renal aguda. Também houve o caso de 7 crianças que receberam altas doses de injeções de vitamina D com mais de 900.000 UI, por conta de um déficit de crescimento. No Brasil, também, um relatório descreve um aumento exponencial na ingestão de vitamina D na última década, partindo do uso indiscriminado em manipulações e preparações que podem potencialmente aumentar a incidência de hiper vitaminose D. Aliás, deixa eu recordar aqui um caso desses ocorrido na cidade de Porto Alegre, em 2020. Dois estudantes foram hospitalizados com náuseas, vômitos e dor de cabeça. A mãe de um deles afirmou que isso ocorreu depois que a filha começou a suplementar com cápsulas de vitamina D, de doses de 2.000 UI. Ocorre que, desconfiada do produto, a mãe resolveu mandar analisar as tais cápsulas. Para surpresa geral, cada cápsula continha o equivalente a 2.350.000 UI – um claro erro de produção, e todo o lote de produtos foi retirado do mercado pelo fabricante.
O que tudo isso nos diz? Não muito ainda, creio. Vamos nos aprofundar em alguns outros tópicos importantes para você entender o todo. Agora, você é bom você conhecer o conceito de Unidade Internacional. Depois, vamos avaliar quais são as verdadeiras necessidades fisiológicas de D3 para descobrir o que há de errado nessa história toda. Fique comigo.
Em farmacologia, Unidades Internacionais são as unidades de medida da quantidade de uma substância, com base na atividade biológica avaliada. A unidade internacional é usada para vitaminas, hormônios, diversos medicamentos, vacinas, produtos derivados de sangue ou outras substâncias biológicas ativas. A ideia é saber o quanto da substância está diluída, por média. 100 UI por mL significa 100 unidades internacionais por mililitro. E a quanto corresponde 1 unidade internacional? A 0,025 microgramas. Em outras palavras, 40 unidades internacionais equivalem a 1 micrograma, que é 1 milionésimo de grama. Você percebe que são valores minúsculos? É aí que mora a confusão.
Quando não consumimos a quantidade necessária de vitaminas, dá-se o nome de hipovitaminose. No entanto, o consumo excessivo também é prejudicial para a nossa saúde, chamado de hipervitaminose. E existe ainda os casos de carência extrema ou total de vitaminas, chamado de avitaminose. As vitaminas são divididas em dois grupos:
as lipossolúveis: são solúveis em gordura e por isso podem ser armazenadas pelo corpo – fazem parte deste grupo as vitaminas A, D, E e K; o segundo grupo é das vitaminas hidrossolúveis: como o nome já diz, solúveis em água, não podem ser armazenadas no corpo. É o caso das vitaminas do complexo B e a vitamina C. Perceba o seguinte: de forma geral, as suplementações de vitaminas hidrossolúveis são de ordens mais elevadas – no mercado, encontram-se versões de vitamina C de meio grama a 1 grama a dose diária, exatamente pelo fato delas não serem armazenadas no organismo. Já nas vitaminas lipossolúveis as suplementações, no geral, têm ordens de grandeza muuuito menores, pois elas se acumulam no organismo. Temos uma percepção geral, de que ‘mais é melhor – se eu tomar mais, os resultados serão ainda mais satisfatórios’, mas isso não é verdadeiro quando se trata do nosso organismo. Estou trabalhando em um texto só sobre isso, depois você procura por ele aqui na plataforma – “Quando mais é menos – a lógica do corpo humano”. Nossa saúde é um verdadeiro ajuste fino sob diversas perspectivas. Vou compartilhar com você algumas experiências pessoais quando for oportuno.
Então, quanto devemos suplementar de D3 para chegarmos ao potencial máximo de nosso organismo? Antes de responder a essa pergunta, é melhor eu aprofundar o que É a D3, como nosso corpo a produz, em que condições, como ela é ativada e quando suplementar.

(Continua na parte 2)

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