#SAUDEFISICA

O Início de Tudo – Nosso Inimigo Invisível

Eu sou Eduardo Amaral e este é um projeto pessoal que vou compartilhar com você. Trata-se de uma extensa coleção de artigos onde vamos tratar de sua saúde, ou melhor da nossa, de todos nós. Um projeto que tem como objetivo trazer luz a um assunto sempre tão polêmico, alvo de tantos modismos. Saúde é básica na vida, mas não é simples. Eu vou contar para você um pouco da minha história, minhas experiências, meus desafios, conquistas, angústias e decepções, até culminar com o que considero o mais próximo da verdade que eu cheguei quando o assunto é saúde. Talvez você goste disso, porque eu vou encurtar o seu caminho, a sua jornada, o seu trabalho. Você não precisará pesquisar o que eu pesquisei, ler o que que li, assistir o que eu assisti, ou mesmo colecionar uma incrível quantidade de referências científicas, opiniões médicas, de especialistas, de estudiosos diversos, mais de 4.000 somente nos últimos 5 ou 6 anos. Você me acompanha? Legal, fico feliz. Eu pretendo ser bastante produtivo e trazer pra você conhecer e avaliar temas tão diferentes quanto dietas alimentares, meditação, transtornos compulsivos, atividade física, metabolismo, genômica, medicina e terapias, fisiologia, síndromes da psique humana, entre outros. Esta plataforma traz, em essência, muitos conteúdos referentes ao que eu chamo de ‘Tripé da Saúde Ideal’ – a saúde física, que é básico, a saúde mental e a saúde emocional. Eu planejei e estou produzindo para você centenas de artigos e análises para quem gosta de um conteúdo de alta qualidade. Hoje, como você deve saber, o conhecimento, praticamente todo ele, está disponível na internet. Seja gratuito, pago, caro, barato, essencialmente está tudo lá. Mas é necessário garimpar, porque muito do que existe é porcaria, é virtualmente lixo, não serve para nada, talvez só para confundir ou para distrair. O que eu fiz com o passar do tempo foi associar, cruzar, relacionar conjuntos de dados diferentes, de fontes confiáveis, para construir uma nova linha de raciocínio que fosse, a meu ver, mais próxima da realidade. Porque é disso que se trata: de tirar o véu, a névoa que encobre a verdade! Essa névoa podem ser crenças, modismos, ideias não comprovadas, achismos e opiniões diversas, conhecimento especulativo. Tudo isso é muito ruim, porque acaba gerando distorções gigantescas, e todos nós acabamos dragados, arrastados, para um estilo de vida que não é saudável. E, principalmente, para um estilo de vida que nossos corpos, sim, nossos corpos, não foram talhados ou não estão acostumados!
Essa plataforma, portanto, é resultado de um grande esforço de curadoria. Ou seja, eu cuidando dos interesses de todos nós, peneirando o que funciona e o que não funciona, para ser mais claro.
Essa plataforma, portanto, é resultado de um grande esforço de curadoria. Ou seja, eu cuidando dos interesses de todos nós, peneirando o que funciona e o que não funciona, para ser mais claro. E hoje eu já vou logo metendo o dedo na ferida. Vou falar sobre um inimigo invisível comum a todos, ou quase todos. No meu caso, durante quase 5 anos, era o que estava acabando com minha saúde. Convivi com ele dia e noite, e, na maior parte do tempo, nem percebi que ele estava aqui, me acompanhando em cada caminhada, refeição, dormindo ou acordado, em pé, sentado ou deitado, acelerando um processo de envelhecimento e de adoecimento. Acredita nisso? Olhe, você mesmo pode ser uma das 6 pessoas em cada 10, no Brasil, também vítimas desse mesmo inimigo. Na verdade, o inimigo é uma condição, um estado em que acabamos nos encontrando exatamente por não termos o costume de nos observar, de não nos examinar, de nos preocuparmos mais com a vida dos outros e menos com a nossa – e aqui falo no bom sentido: quem é pai, mãe, quem tem irmãos, quem tem parentes sob cuidados ou mesmo amigos fragilizados, são pessoas que acabam sendo invisíveis para si mesmas. Voltando ao inimigo invisível, eu estou falando de sobrepeso e obesidade. Hoje eu estou com 71 quilos. E você deve estar curioso, ou curiosa: como eu perdi os mais de 15 quilos? Em quanto tempo? Acha que eu tive o chamado efeito-sanfona, quer dizer, até chegar aos 71 quilos, se eu tive recaídas, se voltei a engordar ou mesmo se experimentei muitas dietas até acertar o ponto, etc. Calma, vou te contar tudo, ok? No decorrer dessa série, tenho artigos dedicados ex-clu-si-va-men-te ao emagrecimento. E, tá bom, pra matar sua curiosidade, eu perdi os 17 quilos em 6 meses. E nunca mais voltei a engordar, a ganhar peso de novo. Já mantenho meu peso por volta dos 70 quilos há 5 anos. Uma pequena variação sempre é normal.

Na foto deste ‘post’, eu estou segurando um pedaço de ferro fundido, redondo, que encontramos em academias por todo o mundo, é chamado de anilha. Aquele, em especial, tem 15 kg. É exatamente o sobrepeso que estava distribuído em meu corpo na forma de gordura. E que me acompanhou por um longo tempo – mais de 5 anos. Ele foi se instalando silenciosamente, nem percebi. E um dia você olha para si mesmo de forma crítica e toma um choque ao finalmente subir na balança. Com 1 metro e 75 centímetros, eu estava pesando quase 87 quilos, meu IMC, Índice de Massa Corporal era de 28,4, o que indicou sobrepeso, próximo ao que se considera o primeiro nível de obesidade. Em um artigo mais à frente, vou te explicar tudo sobre esse índice de massa corporal. Ele é um parâmetro, apenas isso, talvez seja útil para as pessoas sedentárias, pois os atletas ou mesmo aqueles que levam uma vida com atividade física moderada a intensa encontram muitas distorções nos números dessa tabela. Se quiser, você pode abrir uma calculadora no seu computador ou celular e fazer a seguinte conta: divida o seu peso em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. Essa é a conta básica. No meu caso, por exemplo, 87 dividido por 1,75, dividido de novo por 1,75 (dividir o peso duas vezes em seguida pela sua altura dá o mesmo resultado, ok?). Total, 28,4, ou seja, sobrepeso. Na tabela, um índice abaixo de 18,5 sinaliza estar abaixo do peso. De 18,5 a 24,9, peso normal. De 25 a 29,9, sobrepeso. De 30 a 34,9, obesidade grau I. De 35 a 39,9, obesidade grau II. Um índice maior ou igual a 40, obesidade mórbida. E então, qual o seu índice?

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Esses assuntos correlacionados, obesidade, sobrepeso, emagrecimento, são muito complexos. Não há fórmula mágica ou método fácil para emagrecer. É uma má notícia, principalmente, porque parte dos impulsos que nos fazem exagerar na comida ou nos leva a consumir alimentos não saudáveis têm fundo emocional. Mas a saúde é um assunto complexo e multifatorial, quer dizer, depende de fatores múltiplos, por exemplo, da sua genética e, principalmente, epigenética. De novo, em linguagem fácil, clara, sem o cientifiquês, vou te explicar cada termo, cada expressão, cada conceito, tudo a sua hora. Bom, pergunta rápida: você sabe o que é saúde? Sim, deve fazer uma boa ideia, talvez, mas, qual é o conceito universalmente aceito? Saúde é, por exemplo, a falta de doenças? Não. Saúde é se sentir bem ou estar bem? Não também. Durante a pandemia, eu soube de algumas pessoas que supostamente eram saudáveis e acabaram morrendo vitimadas pela síndrome. Pois então, que eu saiba, ninguém, nenhuma pessoa realmente saudável morreu disso. Pessoas saudáveis têm o sistema imunológico funcionais e robustos, seus corpos sabem lidar muito bem com vírus, bactérias e outros patógenos. Uma conhecida minha, médica, contou que perdeu um grande amigo, também médico, maratonista, praticava muita atividade física. Ela estava consternada, com toda a razão, lógico, porque, segundo ela, seu amigo era médico, portanto, sabia o que fazer de sua saúde e também praticava exercícios intensamente. Aí eu me opus a essa lógica, disse a ela: “praticar intensivamente atividade física não é sinal de saúde”. Simples assim. Sabe, lá na frente, você também vai concordar comigo. Eu já fui uma espécie de hiper atleta e desisti disso. Vamos voltar ao conceito de saúde. A Constituição da Organização Mundial da Saúde postula, quer dizer, define, o seguinte: “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças”. Percebeu a extensão, a complexidade do assunto? Até mesmo o ‘bem-estar social’ entra na jogada. É por isso que este projeto aborda o que eu chamei de tripé da saúde: a saúde física (que é o básico), a saúde mental e a saúde emocional. Se um desses três aspectos não estiver bem, a saúde lhe faltará, tenha certeza. Eu já estou até imaginando que dúvidas estão surgindo em sua cabeça, né? Do tipo: “esse cara é médico? É treinador físico? É nutricionista? É cientista? Que raio de atividade esse cara faz da vida pra viver? Como ele sabe disso?” Então, ok, vamos começar falando um pouco de mim, vou abrir meu coração aqui e contar pra você coisas que talvez até minha esposa e meus filhos ainda não saibam. Pra você acreditar em mim, confiar nos conteúdos que eu estou trazendo pra você, eu acho que preciso ser bastante transparente, certo? Então vamos lá. Nasci em 1966, em uma família de classe média. Tenho 3 irmãos. E já fui obeso pra valer, com meses de vida, hahaha. Veja só, com 3-4 meses, eu pesava 11 quilos, nasci com pouco mais de 3. Mas foi uma fase rápida, minha mãe dizia que eu era um bebê ansioso e vivia pedindo mais leite. Mamadeira enriquecida era minha melhor amiga no início da minha vida. Tenho essa foto em que estou ao lado de minha irmã, 1 ano e 2 meses mais velha, e é ela que parece a minha caçula.
Essa minha fase obesa durou pouco. Logo me tornei uma criança normal, fiquei magrinho. Mas a ansiedade era forte. Com 5 ou 6 anos, começaram tiques-nervosos. Isso evoluiu muito, até eu descobrir, bem recentemente, que tenho a “Síndrome de Tourette”. Sabe o que é? De novo, você saberá tudo sobre isso logo mais na frente. Por hora, posso lhe contar que, quem tem essa síndrome, parece viver com um anarquista no cérebro, na cabeça. Dito de outra forma, você faz gestos, diz coisas ou emite sons esquisitos totalmente fora de seu controle. Se eu tenho vergonha disso? Hoje não, porque, se você prestar bem a atenção, não conseguirá ver nenhum comportamento estranho em mim, mas na época era infernal. De novo, estou sendo transparente com você, te contando isso. Bom, dos 5-6 anos, até uns 12-13, tiques-nervosos e cacoetes – que são gestos, trejeitos, hábitos corporais ridículos, faziam parte vigorosamente de minha vida. E é difícil ter uma vida social saudável – como postula a Organização Mundial da Saúde -, com tudo isso. Pra esse podcast aqui não ficar muito longo, eu entrarei em detalhes, se você tiver curiosidade, também em outra oportunidade, combinado? Eu levei muito tempo e esforço, pesquisando tratamentos, técnicas e criando hábitos para tentar me curar. Mas, não. Não há cura. Você se controla, só isso. Aquele anarquista que vive em sua cabeça, fica enjaulado, amordaçado, amarrado, mas é só isso. A qualquer momento um gatilho pode soltá-lo novamente. Quem tem essa síndrome cretina sabe muito bem do que estou falando. Foi aos 11 anos de idade que eu tive consciência absoluta de o quão diferente eu era das outras crianças por conta de “Tourette”. É um período de minha vida que vale a pena ser contado por conta dos desafios que enfrentei. Minha vida escolar, até então, foi em escolas públicas. É um ambiente em que você encontra todo tipo de crianças – ricas, pobres, brancas, pardas, negras, e o melhor de tudo: são apenas crianças! Um bando de crianças em salas de aula aprendendo ou nos pátios, brincando alegremente. Aos meus 11 anos, meu pai estava crescendo na empresa onde trabalhava e passou a ter condições de pagar por um ensino de alta qualidade, em uma das chamadas escolas de elite de São Paulo. Eu prestei umas provas seletivas, concorri com mais de 300 outros alunos que também desejavam estudar naquela escola e passei em… 10º lugar! Cara, refletindo um pouco agora, isso foi incrível! Minha base de conhecimentos era a que tive nas escolas públicas. Não sei da realidade no restante do país, mas em São Paulo, na década de 1970, as escolas públicas ofereciam um estudo de qualidade verdadeira. Lembro-me de conteúdos que tive na quarta-série, na escola pública, que fui tê-los novamente na quinta-serie, na escola privada. Bom, vamos voltar aqui. Meu primeiro dia de aula foi esquisito. Minha ansiedade estava a mil. Minha casa ficava a 40 minutos de carro, em trânsito fluido, da escola. Chegando lá, eu nunca tinha visto tanta criança junta, a escola era enorme, quase 3.000 alunos disputando salas em um terreno imenso, repleto de quadras de esportes. Levamos, minha mãe e eu, uns 10 minutos pra nos localizar e ela me deixar na porta da minha sala de aula, onde se despediu com um beijo rápido de boa sorte. Fiquei ali, observando outras mais de 30 crianças chegarem e tomarem seus lugares, numa algazarra imensa. Pra eles era uma festa de reencontro, já eram antigos colegas, pra mim, um início estranho, com colegas estranhos, ambiente estranho. Tudo desconhecido. A única coisa que eu sabia é que meu tio trabalhava como diretor na escola e meus primos também estudavam lá. No planejamento das aulas, uma folha de papel com um cronograma semanal, mostrava um período que eu conhecia bem – o Recreio, um intervalo curto de atividades livres. Eu não via a hora de chegar naquele momento, sair correndo e ir procurar meu primo Ique, de Henrique, ele infalivelmente me socorreria naquela minha solidão. E assim o fiz. Depois de muita procura, encontrei o Ique sentado sobre uma pequena cerca ao largo de uma quadra de terra, de futebol. Estava sorridente, cercado por outros amigos, possivelmente contando como tinham sido suas férias. Ao me ver chegando, sua expressão mudou. Ele não sabia que eu tinha sido aceito na escola. Sua acolhida não foi das melhores. Apontando pra mim, começou a gritar – “veja quem vem aí, o Américo Pisca-pisca!” Nada de “esse é o meu primo querido”, ou “vem cá pra eu te apresentar pros meus amigos”. Durante os poucos minutos que permaneci ali, tive acesso ao melhor estilo de assédio moral, de intimidação, de bullying, pra ficar em um conceito mais moderno. Fui salvo pelo sinal, um alarme estridente que soava pelo fim do recreio. Mais ansioso ainda e atônico, voltei pra sala de aula. E os desafios continuaram. Na programação, teríamos 2 aulas seguidas de educação física. Na boa, eu não fazia ideia do que era aquilo. Educação física. No primário das escolas públicas, as atividades físicas eram brincadeiras – pega-pega, queimada, pique-esconde, bolinha de gude. É meu, tenho meio século de história, se você não conhece esses termos, taí o Google pra lhe dar uma mão. Mas, handball, volleyball, basquete, calistenia, eram termos que só faziam par com toda aquela estranheza. Nunca eu havia ouvido falar, só de futebol. Coisa que eu só torcia, nunca havia jogado, assim, de forma oficial, 2 times de 11, regras, etc. Pois bem, as 130 crianças da quinta série ginasial, na época, o que hoje seria a sexta série do ensino fundamental, foram divididas em 2 grupos, por gênero – meninos e meninas que fariam suas atividades físicas fisicamente separados, coisa de escola católica, talvez da época. Então, 60 garotos se acumularam em um pátio enorme, e um cara atarracado, 1 metro e 70 de altura por outro metro e setenta de largura se apresentou como professor. O Clodoaldo. Ele mandou que formássemos duas fileiras, todos de frente uns para os outros, porque, nesse primeiro dia de aula, o objetivo era avaliar a nossa condição física, mais que isso, nossa aptidão física, por meio de exercícios de calistenia. Sabe o que é? Calistenia? Nem eu. Na época. Abrindo um parêntesis aqui pra você, calistenia é “um conjunto de exercícios físicos em que se usa somente o peso do próprio corpo, substituindo os halteres de uma academia, para desenvolver e melhorar as habilidades físicas, como força, elasticidade, resistência, noção espacial, etc”. Pois bem. Em curtos períodos de tempo, de 30 segundos, executamos todo tipo de exercício físico – flexão de braços, abdominais diversos, polichinelos, dorsais diversos, agachamentos, barra. Enquanto uma fila praticava, a outra contava. E vice-versa. Aqueles resultados seriam confrontados com um outro exame ao final do ano. Tudo para avaliar a evolução da turma depois dos meses de prática de esportes. Dos mais de 60 meninos, eu só não fui pior que o Fábio. Guardei esse nome com carinho, porque ele me salvou de uma humilhação mais acentuada. Eu, um garoto novo na escola, repleto de cacoetes, com péssima aptidão física. Definitivamente, o estranho lá era mesmo eu. Voltei pra casa de ônibus escolar. Apesar de reconhecer uns rostos que também estavam em minha classe, sentei-me no último banco, no fundo, isolado, e fui refletindo sobre tudo aquilo. Um dia que, definitivamente, me fez entender minha condição, me deu consciência sobre desigualdades, sobre desafios, e que mudou minha vida pra sempre. Minha jornada de entendimento e mudança começou neste dia! E essa jornada, essas histórias todas, vou contar em conta-gotas para você, junto com tudo o que aprendi sobre saúde física, emocional e mental nos últimos 35 anos de estudos, de tentativas e erros. Posso lhe garantir, há muita coisa boa vindo pela frente aqui. Não quero dar spoiler dos próximos artigos, mas, pra não deixar você com um sentimento ruim de pena talvez, vou lhe adiantar o seguinte: – Eu virei um hiper atleta ainda bem jovem; – Eu aprendi a controlar minha condição de “Tourrette”; – Meu primo Ique, não fique com raiva dele, é um dos caras mais especiais que conheço, é um primo muito querido, me dou muito bem com ele. Hoje, estamos sempre trocando ideias e fazendo negócios. E, pra encerrar, eu lhe faço um convite: olhe para si, olhe para dentro, olhe para você. Tenha um profundo carinho por si mesmo ou por si mesma. Reflita, assim como eu fiz, em seus desafios – pequenos, médios, grandes, que teve na vida, que continua a ter, que impactaram em sua saúde física, em sua saúde mental, em sua saúde emocional. Desafios nos fazem crescer, como dizia meu avô, ‘reforçam o nosso couro’, nos preparam para outros ainda maiores. Quem não se gosta, não se ama, não supera. Portanto, siga meu conselho: cuide de sua vida, porque ninguém fará isso por você.
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