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Sinopse:

A vitamina D3 talvez seja um equívoco da medicina. Ela não é uma vitamina, mas um pré-hormônio ou um pró-hormônio, como dizem alguns. Isso aconteceu por raízes históricas e porque o assunto é complexo. Sabe-se hoje que a D3 impacta em cerca de 3% de nosso genoma, em outras palavras, em mais de 290 sínteses orgânicas, controlando sistema imune, ciclos celulares, crescimento muscular, atividade cerebral, sono e, claro, os mecanismos osteominerais, entre muitos outros. Por outro lado, agências governamentais são absolutamente conservadoras em sugerir e mesmo estabelecer valores de ingestão diária da substância nas supostas dietas saudáveis. Um verdadeiro descompasso com o que se sabe hoje sobre a D3 e sua importância. Esse vídeo pode parecer longo, mas é esclarecedor. Fique até o fim e tire suas dúvidas com assuntos tão diversos, agora conectados, que ninguém te contou antes.


Algumas referências científicas que fizeram parte dos originais avaliados para essa análise:
Martins e SIlva, João, Sociedade Portuguesa de Reumatologia, 2007, “Brief history of rickets and of the discovery of vitamin D”, Acta Reum Port. 2007;32:205-229;
Holick MF. “Vitamin D deficiency.” N Engl J Med. 2007 Jul 19;357(3):266-81;
Reichrath J. , “Solar ultraviolet radiation, vitamin D and skin cancer surveillance in organ transplant recipients (OTRs): an update.” Adv Exp Med Biol. 2014;810:253-71;
Sharma LK, Dutta D, Sharma N, Gadpayle AK. “The increasing problem of subclinical and overt hypervitaminosis D in India: An institutional experience and review.” Nutrition. 2017 Feb;34:76-81;
Spiller HA, Good TF, Spiller NE, Aleguas A. “Vitamin D exposures reported to US poison centers 2000-2014: Temporal trends and outcomes”. Hum Exp Toxicol. 2016 May;35(5):457-61;
Taylor PN, Davies JS. “A review of the growing risk of vitamin D toxicity from inappropriate practice.” Br J Clin Pharmacol. 2018 Jun;84(6):1121-7;
Chiricone D, De Santo NG, Cirillo M. “Unusual cases of chronic intoxication by vitamin D.” J Nephrol. 2003 Nov-Dec;16(6):917-21;
Wani M, Wani I, Banday K, Ashraf M. “The other side of vitamin D therapy: a case series of acute kidney injury due to malpractice-related vitamin D intoxication”. Clin Nephrol. 2016 Nov;86 (2016)(11):236-41;
Joshi R. “Hypercalcemia due to hypervitaminosis D: report of seven patients.” J Trop Pediatr. 2009 Dec;55(6):396-8;
Ross AC, Manson JE, Abrams SA, Aloia JF, Brannon PM, Clinton SK, et al. “The 2011 report on dietary reference intakes for calcium and vitamin D from the Institute of Medicine: what clinicians need to know.” J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jan;96(1):53-8;
Razzaque MS. “Can adverse effects of excessive vitamin D supplementation occur without developing hypervitaminosis D?” J Steroid Biochem Mol Biol. 2018 Jun;180:81-6;
Food and Nutrition Board IoM. “Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D.” Washington, DC, USA: The National Academic Press; 2011;
Yates AA, Schlicker SA, Suitor CW 1998 “Dietary reference intakes: The new basis for recommendations for calcium and related nutrients, B vitamins, and choline.” J Am Diet Assoc 98: 699– 706;
Munro I 2001 “Derivation of tolerable upper intake levels of nutrients.” Am J Clin Nutr 74: 865– 867;
Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes 1997 Dietary Reference Intakes: Calcium, Phosphorus, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride. National Academy Press, Washington, DC, USA;
Bouillon R, Okamura WH, Norman AW. “Structure-function relationships in the vitamin D endocrine system.” Endocr Rev. 1995;16(2):200-57;
Norman AW. “From vitamin D to hormone D: fundamentals of the vitamin D endocrine system essential for good health.” Am J Clin Nutr. 2008;88(suppl):491S-9S;


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